Ontem apontou o primeiro dentinho da Ana.
Eu e Raul fizemos festa, comemoramos. Ela passou o dia febril e chatinha.
Hoje confesso que a notícia me deixou chateada: minha bebê está crescendo.
Acordei sentindo saudades daquele sorriso banguela!
Não posso pensar muito nas minhas crias saindo do meu controle.
Raul tá aí: corre, fala, desenha circulos, anda de bike, argumenta... ontem mesmo era um bebê.
E agora minha, nossa bebezinha (né Raul) ta crescendo. Que puxa!! Eles me dão um trabalho danado. Fico esgotada no final do dia. Ana é uma espuleta: sobe onde não deve, pega tudo o que o irmão pega, põe tudo na boca... mas é minha bebê. Ela é super precoce, começou a engatinhar cedo (5 meses acho); já ta quase andando...
Mas o dentinho crescendo me tocou.
Ai minha bebezinha, minha banguelinha...
sábado, 26 de setembro de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Mom out night
Não sei quanto tempo fazia que eu não assitia a um filme, inteiro, sem ter que ficar saindo da sala.
Tenho andado muito cansada. O horário de verão terminou há umas 3 semanas e Raul não acertou o fuso ainda, então tem acordado 6h30, no máximo 6h50. Mário chega as 23hs. Tento esperar ele chegar, pois esse é o único horário do dia que temos a sos. Ana acorda, geralmente, as 2h30, as 4hs, as 6h30 (se Raul estiver acordado ela desperta tb, se não, mama e dorme até umas 10hs).
Ontem eu acordei e minutos depois estava determinada a não fazer nada o dia todo (ha ha ha, nada quer dizer: não limpar a casa e nem cuidar da roupa).
Por um milagre da santa mãe natureza, Raul dormiu a tarde e Ana também, então, consegui assistir a um filme: "Mom out night". É lógico que é um daqueles filminhos bem água com açúcar que eu adoro, e me identifiquei muito com ele.
na penultima vez que tive que levantar até agora, era Raul gemendo, choramingando. Fui até lá, o carreguei, sentei na cadeira de amamentar alguns minutos com ele no colo, balancei um pouquinho em pé (como ninando um bebê) e agora ele dorme tranquilo, mas estava carente.
Na última vez, Ana mamando e eu pensando: Vou desligar, não vou escrever mais nada. Vou dormir.
Tenho andado muito cansada. O horário de verão terminou há umas 3 semanas e Raul não acertou o fuso ainda, então tem acordado 6h30, no máximo 6h50. Mário chega as 23hs. Tento esperar ele chegar, pois esse é o único horário do dia que temos a sos. Ana acorda, geralmente, as 2h30, as 4hs, as 6h30 (se Raul estiver acordado ela desperta tb, se não, mama e dorme até umas 10hs).
Ontem eu acordei e minutos depois estava determinada a não fazer nada o dia todo (ha ha ha, nada quer dizer: não limpar a casa e nem cuidar da roupa).
Por um milagre da santa mãe natureza, Raul dormiu a tarde e Ana também, então, consegui assistir a um filme: "Mom out night". É lógico que é um daqueles filminhos bem água com açúcar que eu adoro, e me identifiquei muito com ele.
na penultima vez que tive que levantar até agora, era Raul gemendo, choramingando. Fui até lá, o carreguei, sentei na cadeira de amamentar alguns minutos com ele no colo, balancei um pouquinho em pé (como ninando um bebê) e agora ele dorme tranquilo, mas estava carente.
Na última vez, Ana mamando e eu pensando: Vou desligar, não vou escrever mais nada. Vou dormir.
Pérolas
Raul: "Mamãe... (pausa) é uma pena você não ter um violão!"
Eu: " É né, filho!"
Raul, com aquele olhar de canto de olho: " Mas eu posso te emprestar o meu!"
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, eu não aguento!!! Ele é demais!!!
Eu: " É né, filho!"
Raul, com aquele olhar de canto de olho: " Mas eu posso te emprestar o meu!"
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, eu não aguento!!! Ele é demais!!!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Voltando ao normal
Hoje foi um dia que fazia tempo eu e Raul não tínhamos. Estamos conectados de novo, relaxados um com o outro, somos velhos conhecidos!
Desde que a Ana nasceu havia algo estranho no ar (só percebi isso hoje). Eu realmente estava com medo de magoá-lo, não queria que ele ficasse triste, me culpava, me policiava pra não deixá-lo sem meu olhar... enfim, estava me pressionando pra que ele sentisse o menos possível a chegada da irmã.
Mas que besteira, que tolice! Se mudou muita coisa pra mim, porque pra ele não haveria de mudar também?
Hoje senti que estamos como éramos antes, pela primeira vez, voltamos a ser mamãezinha e filhão.
Toda noite, antes de eu me deitar, com ele já dormindo, falo de novo que o amo muito, que dou minha vida por ele, que a irmã chegou mas vou continuar cuidando e o amando muito. Sempre que dá, falo pra Ana: " Agora é a vez do Raul. A mamãe cuida de você e do irmão. Agora é a vez dele." E ele sempre escuta.
Então, hoje tivemos um dia normal, como tantos outros que já vivemos antes, mas com uma bebezinha linda, muito amada por nós dois, junto de nós. Brincamos na areia, assistimos TV e quando ele foi jantar é que me dei conta de que tudo estava como antes, a atmosfera era como antes. Estávamos rindo, relaxados, com Ana chorando de vez em quando, mas nós dóis, conectados. Unidos, como sempre fomos, desde que ele nasceu.
(texto escrito mais ou menos na segunda semana de dezembro, antes da Ana fazer um mês)
Desde que a Ana nasceu havia algo estranho no ar (só percebi isso hoje). Eu realmente estava com medo de magoá-lo, não queria que ele ficasse triste, me culpava, me policiava pra não deixá-lo sem meu olhar... enfim, estava me pressionando pra que ele sentisse o menos possível a chegada da irmã.
Mas que besteira, que tolice! Se mudou muita coisa pra mim, porque pra ele não haveria de mudar também?
Hoje senti que estamos como éramos antes, pela primeira vez, voltamos a ser mamãezinha e filhão.
Toda noite, antes de eu me deitar, com ele já dormindo, falo de novo que o amo muito, que dou minha vida por ele, que a irmã chegou mas vou continuar cuidando e o amando muito. Sempre que dá, falo pra Ana: " Agora é a vez do Raul. A mamãe cuida de você e do irmão. Agora é a vez dele." E ele sempre escuta.
Então, hoje tivemos um dia normal, como tantos outros que já vivemos antes, mas com uma bebezinha linda, muito amada por nós dois, junto de nós. Brincamos na areia, assistimos TV e quando ele foi jantar é que me dei conta de que tudo estava como antes, a atmosfera era como antes. Estávamos rindo, relaxados, com Ana chorando de vez em quando, mas nós dóis, conectados. Unidos, como sempre fomos, desde que ele nasceu.
(texto escrito mais ou menos na segunda semana de dezembro, antes da Ana fazer um mês)
Frases Inesquecíveis
Raul:" - Mamãe, ela acha que você é mãe dela!"
Eu: " - Eu sou filho. Sou mãe dela,... sua,... da Magrela, ... do Zac, do Negão."
Radiante com a descoberta, Raul debruça no berço, põe a mãozinha na Ana e diz:
- Ela é sua mãe também, irmã!!
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Raul falando com ele mesmo, deitado na cama:
" Eu sou irmão dela. E ela, é irmã de mim!"
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Mamãe eu adorei esse presente, eu adorei!!
que presente filho?
Eu adorei esse Presente - Irmã.
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Mamãe, a irmã foi um presente dos céus, né?!
Eu: " - Eu sou filho. Sou mãe dela,... sua,... da Magrela, ... do Zac, do Negão."
Radiante com a descoberta, Raul debruça no berço, põe a mãozinha na Ana e diz:
- Ela é sua mãe também, irmã!!
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Raul falando com ele mesmo, deitado na cama:
" Eu sou irmão dela. E ela, é irmã de mim!"
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Mamãe eu adorei esse presente, eu adorei!!
que presente filho?
Eu adorei esse Presente - Irmã.
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Mamãe, a irmã foi um presente dos céus, né?!
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